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Bell Puã - À mente - web00003.jpg

Na ponta da língua

Com uma escrita que nasce da oralidade e ganha corpo no mundo, Bell Puã ganhou reconhecimento nacional em 2017 ao vencer o SLAM BR, seguindo para o Grand Poetry Slam Coupe du Monde 2018, em Paris. Mestra em História pela UFPE, sua poética carrega, um compromisso crítico com o Brasil, articulando memória, identidade e enfrentamento em uma linguagem acessível.

​Nos livros, essa voz se assenta sem perder o pulso: estreia com o intimista "É que dei o perdido na razão" (2018) e alcança projeção com "Lutar é crime" (2019), finalista do Prêmio Jabuti 2020. Em "Nossa história do Brasil: Pindorama em poesia" (2024), revisita o país com olhar crítico e sensível.

​Entre 2025 e 2026, Bell amplia seu território: escreve para crianças em "Não há nada como o mangue" e aprofunda sua lírica em "À mente que sabe", onde a palavra investiga a memória e seus abismos.

​Premiada com o Prêmio Malê de Literatura 2019 e o Prêmio Conceição Evaristo de Literatura 2024, sua literatura não se encerra no livro: ganha rua e continuidade em oficinas, contações, encontros e partilhas, abrindo caminhos para que outras vozes também se escrevam.

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Na ponta da língua

Com uma escrita que nasce da oralidade e ganha corpo no mundo, Bell Puã ganhou reconhecimento nacional em 2017 ao vencer o SLAM BR, seguindo para o Grand Poetry Slam Coupe du Monde 2018, em Paris. Mestra em História pela UFPE, sua poética carrega, um compromisso crítico com o Brasil, articulando memória, identidade e enfrentamento em uma linguagem acessível.

​Nos livros, essa voz se assenta sem perder o pulso: estreia com o intimista "É que dei o perdido na razão" (2018) e alcança projeção com "Lutar é crime" (2019), finalista do Prêmio Jabuti 2020. Em "Nossa história do Brasil: Pindorama em poesia" (2024), revisita o país com olhar crítico e sensível.

​Entre 2025 e 2026, Bell amplia seu território: escreve para crianças em "Não há nada como o mangue" e aprofunda sua lírica em "À mente que sabe", onde a palavra investiga a memória e seus abismos.

​Premiada com o Prêmio Malê de Literatura 2019 e o Prêmio Conceição Evaristo de Literatura 2024, sua literatura não se encerra no livro: ganha rua e continuidade em oficinas, contações, encontros e partilhas, abrindo caminhos para que outras vozes também se escrevam.

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